Intervalos de confiança para uma média
Interpretação frequentista, escolha entre z e t, margens de erro e dimensão da amostra.
Confiança e escolha do modelo
- Um procedimento de confiança cobre o parâmetro fixo nessa proporção de repetições, sob o modelo. Os intervalos variam.
- Um IC de 95% para a média não contém necessariamente 95% dos dados, nem atribui probabilidade de 95% ao parâmetro após observar o intervalo.
Os quantis e deixam área à direita na normal padrão e na t com graus de liberdade, respetivamente. Para observações i.i.d., usa o intervalo bilateral :
| Condições | Quantil c e erro padrão |
|---|---|
| População normal, conhecido | e ; exato. |
| População normal, desconhecido | e ; exato, incluindo n grande. |
| População não normal, n grande e TLC adequado | e , ou se conhecido; aproximado. |
- Examina assimetria e extremos; cinco dados não normais não justificam a aproximação. Um desvio de estudos anteriores pode ser uma estimativa, não conhecido.
- Com normalidade, mm, e mm, o IC de 95% é mm. Maior confiança alarga o intervalo com os mesmos dados.
Margem e dimensão da amostra
Para desvio conhecido e margem máxima :
- Arredonda n para cima: a 95%, e margem 1,5 exigem , logo 110.
- Erro padrão não é margem: exigir apenas daria 29.
- Reduzir a margem a metade exige quatro vezes n, mantendo confiança e variância. Com desvio desconhecido, o piloto serve para planeamento, sem garantir a margem final.
- Se o planeamento usa t, verifica , pois o quantil depende de n. Com s fixado em 3,5, margem 2 e confiança 95%, n=14 dá 2,0209 e n=15 dá 1,9382: o mínimo é 15 sob essa hipótese, não o 12 sugerido por z.
- Se pedirem arredondamento dos limites por excesso, baixa o inferior e sobe o superior. Não arredondes os passos intermédios.
Limites unilaterais
Com desvio conhecido, o limite inferior é , com extremo superior ; o superior é , com extremo inferior .
Com desvio desconhecido e população normal, usa s e . Uma só cauda usa , não ; escolhe o sentido antes de ver os dados.