Testes por aleatorização
Construir uma distribuição nula por permutação dos grupos e contar resultados extremos.
Permutações admissíveis
- Em grupos independentes, a hipótese de distribuições iguais pode justificar etiquetas permutáveis. Igualdade de médias, por si só, não basta se formas ou variâncias diferirem.
- Numa experiência aleatória, o mecanismo de atribuição e a nula de ausência de efeito em cada unidade podem justificar a distribuição de aleatorização.
- Conserva valores, tamanhos dos grupos e restrições do desenho. «Não paramétrico» não significa sem condições.
Estatística e valor-p
Para , escolhe previamente a alternativa:
| Alternativa | Atribuições extremas |
|---|---|
| Bilateral | |
| À direita | |
| À esquerda |
-
O valor-p exato é a proporção de atribuições admissíveis, incluindo a observada e os empates, que satisfazem o critério. Valores distintos de T podem ter multiplicidades diferentes.
-
Para grupos e , . Existem atribuições; só duas dão . Assim, , sem rejeição a 5%.
- Se B permutações simuladas dão b resultados extremos, uma estimativa habitual é . Há erro Monte Carlo; nenhuma simulação extrema não justifica apresentar p igual a zero.
Pares e blocos
- Aleatorização dentro de pares permite trocas dentro de cada par, não entre todas as medições. Mudanças de sinal das diferenças precisam de justificação pelo desenho ou simetria apropriada sob a nula. Medir antes e depois não fornece automaticamente essa justificação.
- Em blocos, permuta dentro dos blocos. Para 12 pares com duas atribuições independentes por par, existem atribuições.