Estudo de funções e otimização

Monotonia, extremos, concavidade, assíntotas e otimização com domínio e verificação dos candidatos.

TLDR

Perguntar sobre esta página

ChatGPTClaudePerplexityGrokGeminiCopiar e abrirDeepSeekCopiar e abrir

Monotonia e extremos

Num intervalo onde ff é derivável, f′>0f'>0 implica crescimento estrito e f′<0f'<0 implica decrescimento estrito, por Lagrange. Se f′≥0f'\ge0, temos crescimento não estrito.

A função x3x^3 mostra que uma função estritamente crescente pode ter derivada zero num ponto. O sinal da derivada classifica a monotonia, mas um zero isolado não a quebra.

Um ponto crítico interior é um ponto do domínio onde f′=0f'=0 ou a derivada não existe. Para o classificar, olha para o sinal de f′f' de cada lado:

  • De positivo para negativo, há máximo local.
  • De negativo para positivo, há mínimo local.
  • Sem mudança de sinal, o teste não dá um extremo.

Este teste exige continuidade no candidato, e f′f' não precisa de existir nele. A função que vale x2x^2 fora de zero e 100100 em zero tem f′(x)=2xf'(x)=2x para x≠0x\ne0: negativa à esquerda e positiva à direita, mas zero é um máximo local, não um mínimo. Sem continuidade, a mudança de sinal da derivada não decide.

Quando f′(c)=0f'(c)=0, a segunda derivada pode classificar: se f′′(c)>0f''(c)>0, há mínimo local; se f′′(c)<0f''(c)<0, há máximo local. Se f′′(c)=0f''(c)=0, este teste não decide. Tanto x4x^4 como x3x^3 têm segunda derivada zero em zero; só a primeira tem extremo aí.

Para encontrar extremos absolutos de uma função contínua em [a,b][a,b], compara os valores em todos os pontos críticos interiores e nos dois extremos; num intervalo aberto ou ilimitado, porém, a existência de máximo ou mínimo não é garantida.

Concavidade e pontos de inflexão

Se f′′>0f''>0 num intervalo, o gráfico tem concavidade voltada para cima; se f′′<0f''<0, voltada para baixo.

Um ponto de inflexão é um ponto do gráfico onde a concavidade muda. Procuramos zeros de f′′f'' e pontos onde f′′f'' não existe, mas confirmamos a mudança. A condição f′′(c)=0f''(c)=0 sozinha não chega, como mostra x4x^4 em zero. Um ponto fora do domínio nunca é ponto de inflexão.

Assíntotas

Há assíntota vertical x=ax=a se pelo menos um limite lateral de ff em aa é infinito. Há assíntota horizontal y=Ly=L numa direção se f(x)→Lf(x)\to L nessa direção.

Para uma assíntota oblíqua y=mx+by=mx+b, exige-se

lim⁡x→±∞[f(x)−(mx+b)]=0.\lim_{x\to\pm\infty}[f(x)-(mx+b)]=0.

Quando os limites existem, calcula m=lim⁡f(x)/xm=\lim f(x)/x e depois b=lim⁡[f(x)−mx]b=\lim[f(x)-mx]. Trata +∞+\infty e −∞-\infty separadamente. Uma função pode atravessar uma assíntota horizontal ou oblíqua; a condição descreve o comportamento no infinito.

Função racional com assíntota oblíqua

Considera f(x)=x+1/xf(x)=x+1/x, de domínio R∖{0}\mathbb R\setminus\{0\}. A função é ímpar e não tem zeros reais, pois x+1/x=0x+1/x=0 daria x2+1=0x^2+1=0.

Perto de zero, 1/x1/x domina. O limite à esquerda é −∞-\infty e à direita é +∞+\infty, logo x=0x=0 é assíntota vertical. No infinito,

f(x)−x=1x→0,f(x)-x=\frac1x\to0,

por isso y=xy=x é assíntota oblíqua nas duas direções.

As derivadas são

f′(x)=1−1x2=x2−1x2f′′(x)=2x3.\begin{gathered} f'(x)=1-\frac1{x^2}\\ =\frac{x^2-1}{x^2}\\ f''(x)=\frac2{x^3}. \end{gathered}

Como x2>0x^2>0 no domínio, o sinal de f′f' depende apenas de x2−1x^2-1:

Intervalof′f'Variação
]−∞,−1[]-\infty,-1[++Cresce
]−1,0[]-1,0[−-Decresce
]0,1[]0,1[−-Decresce
]1,+∞[]1,+\infty[++Cresce

Há máximo local em (−1,−2)(-1,-2) e mínimo local em (1,2)(1,2). Cada linha do quadro corresponde a um ramo do desenho: o sinal de f′f' diz se esse ramo sobe ou desce, e os limites dizem de onde vem e para onde vai. Nenhum extremo é absoluto em todo o domínio, porque a função é ilimitada nos dois sentidos. No ramo negativo, a concavidade é voltada para baixo; no positivo, para cima. Não há inflexão em zero, porque zero não pertence ao domínio.

O gráfico permite ler também a imagem, ]−∞,−2]∪[2,+∞[]-\infty,-2]\cup[2,+\infty[, a partir dos extremos de cada ramo e dos respetivos limites.

Otimização

Para maximizar ou minimizar uma grandeza, escolhe uma variável, escreve a grandeza em função dela e encontra o domínio físico. Só depois deriva. No fim, verifica extremos, fronteiras e o significado do resultado.

Um retângulo tem perímetro 2020 m. Se um lado mede xx, o outro mede 10−x10-x, com 0<x<100<x<10. A área é

A(x)=x(10−x)A′(x)=10−2x.\begin{gathered} A(x)=x(10-x)\\ A'(x)=10-2x. \end{gathered}

O único ponto crítico é x=5x=5. Como A′>0A'>0 antes e A′<0A'<0 depois, a área máxima é 2525 m2^2, atingida pelo quadrado de lado 55 m. Nas fronteiras, a área tende para zero, por isso não existe um retângulo não degenerado de área mínima, pois x=0x=0 e x=10x=10 não pertencem ao domínio; em geral, uma solução algébrica fora do domínio deve ser excluída mesmo que anule a derivada.

Exercícios

Derivar a inversa sem a calcular

Seja f(x)=x3+2xf(x)=x^3+2x. Justifica que tem inversa e calcula (f−1)′(3)(f^{-1})'(3). Introduz o valor exato em decimal.

Pista

A fórmula usa a derivada de ff no ponto que tem imagem 33.

Mais uma pista

Verifica f(1)f(1) e o sinal de f′(x)f'(x) em todo o real.

Solução

A derivada f′(x)=3x2+2f'(x)=3x^2+2 é positiva. Assim, ff é estritamente crescente, logo injetiva. Como é contínua e tende para −∞-\infty e +∞+\infty, a imagem é R\mathbb R.

Temos f(1)=3f(1)=3 e f′(1)=5≠0f'(1)=5\ne0, portanto (f−1)′(3)=1/f′(1)=1/5=0,2(f^{-1})'(3)=1/f'(1)=1/5=0{,}2.

Erros frequentes

O argumento 33 pertence à inversa. Usar 1/f′(3)1/f'(3) confunde o ponto com a sua imagem. A verificação automática avalia apenas o valor final.

Voltar à explicação
Uma vedação com um lado já fechado

Uma região retangular encosta a uma parede. Há 1818 m de vedação para os outros três lados. Quais são as dimensões que dão a maior área?

Pista

Escolhe o comprimento de um lado perpendicular à parede. Há dois lados com esse comprimento.

Mais uma pista

Escreve a área usando a restrição do comprimento total da vedação. Exclui comprimentos nulos e negativos.

Solução

Se cada lado perpendicular mede xx, o lado paralelo mede 18−2x18-2x. O domínio é 0<x<90<x<9 e a área é A(x)=x(18−2x)A(x)=x(18-2x).

A derivada A′(x)=18−4xA'(x)=18-4x anula-se em x=4,5x=4{,}5. É positiva antes e negativa depois, por isso há máximo. Os lados medem 4,54{,}5 m e 99 m, com área 40,540{,}5 m2^2. Nas fronteiras, a área tende para zero.

Confere a tua resposta:

  • Usei x para cada lado perpendicular à parede e 18-2x para o outro lado.
  • Indiquei o domínio 0<x<9 e confirmei o máximo pelo sinal da derivada.
  • Obtive lados de 4,5 m e 9 m, com área máxima de 40,5 m².

Erros frequentes

Não distribuas a vedação pelos quatro lados: a parede fecha um deles. Um retângulo de maior área não tem de ser quadrado quando a restrição é diferente.

Voltar à explicação
Diagnosticar uma hipótese de Rolle

A função vale x2x^2 fora de zero e 100100 em zero, em [−1,1][-1,1]. Os valores nos extremos coincidem. Podemos concluir que existe cc com f′(c)=0f'(c)=0?

A tua resposta

Pista

Verifica as três hipóteses de Rolle uma a uma.

Mais uma pista

O limite em zero é zero, mas o valor é cem. A função é descontínua aí.

Solução

Não. A função não é contínua em zero, por isso Rolle não se aplica. Temos f′(x)=2xf'(x)=2x para x≠0x\ne0, sem zeros nesse domínio. O ponto onde 2x2x se anularia está excluído, e f′f' nem existe em zero.

  • Aplica-se, porque os valores nos extremos coincidem.. Falta a continuidade no ponto de salto.
  • Não se aplica, porque falta continuidade num ponto interior.. Rolle exige continuidade em todo o intervalo fechado.
  • Aplica-se, porque a derivada existe em quase todo o lado.. Quase todo o lado não chega para Rolle.

Erros frequentes

Valores iguais nos extremos não chegam. Sem continuidade interior, o teorema nada garante.

Voltar à explicação
Continuidade e derivada numa colagem

Escolhe a,ba,b para que f(x)=x2f(x)=x^2 se x≤1x\le1 e f(x)=ax+bf(x)=ax+b se x>1x>1 seja derivável em 11.

Pista

Derivabilidade exige primeiro continuidade.

Mais uma pista

Iguala o limite direito a f(1)f(1) e depois iguala as derivadas laterais.

Solução

A continuidade exige a+b=1a+b=1. Pela esquerda,

lim⁡h→0−(1+h)2−1h=2.\lim_{h\to0^-}\frac{(1+h)^2-1}h=2.

Pela direita, usando a+b=1a+b=1, o quociente é [a(1+h)+b−1]/h=a[a(1+h)+b-1]/h=a. Para coincidir com o limite esquerdo, a=2a=2 e b=−1b=-1. A função é derivável e f′(1)=2f'(1)=2.

Confere a tua resposta:

  • Obtive a+b=1 pela continuidade.
  • Calculei ou justifiquei as derivadas laterais.
  • Concluí a=2, b=-1 e derivada igual a 2.

Erros frequentes

Comparar apenas as derivadas das expressões, sem garantir continuidade no ponto, não justifica a derivabilidade.

Voltar à explicação
Potência de uma função inversa

Deriva f(x)=[arccot⁡x]2xf(x)=[\operatorname{arccot}x]^{2x} usando a convenção arccot⁡x∈]0,π[\operatorname{arccot}x\in]0,\pi[. Justifica o domínio.

Pista

A base é positiva. Toma logaritmos.

Mais uma pista

Usa (arccot⁡x)′=−1/(1+x2)(\operatorname{arccot}x)'=-1/(1+x^2) e a regra do produto em 2xln⁡(arccot⁡x)2x\ln(\operatorname{arccot}x).

Solução

A arco-cotangente é positiva em todo o real, logo a potência fica definida por e2xln⁡(arccot⁡x)e^{2x\ln(\operatorname{arccot}x)}. Temos

f′f=2ln⁡(arccot⁡x)−2x(1+x2)arccot⁡x.\begin{gathered} \frac{f'}f\\ =2\ln(\operatorname{arccot}x)-\frac{2x}{(1+x^2)\operatorname{arccot}x}. \end{gathered}

Multiplicar pela função original dá a derivada. O domínio é R\mathbb R.

Confere a tua resposta:

  • Justifiquei a positividade da base e o domínio real.
  • Derivei o logaritmo por produto e cadeia.
  • Multipliquei o resultado por f.

Erros frequentes

A derivada da arco-cotangente tem sinal negativo. A regra de potência com expoente constante não se aplica.

Voltar à explicação
Caudal num tronco de cone

Um tanque tem altura 44 m, raio inferior 11 m e raio superior 33 m. A água entra a 4π4\pi m3^3/min. Calcula a velocidade do nível quando a água tem altura 22 m.

Pista

O raio da secção à altura zz é linear em zz.

Mais uma pista

A semelhança dá r(h)=1+h/2r(h)=1+h/2. Um tronco de cone de altura hh e raios 11 e rr tem volume V=πh(1+r+r2)/3V=\pi h(1+r+r^2)/3.

Solução

O raio aumenta 22 m em 44 m de altura, logo r(h)=1+h/2r(h)=1+h/2. Substituindo este raio na fórmula do volume do tronco de cone e desenvolvendo,

V(h)=π(h+h22+h312).V(h)=\pi\left(h+\frac{h^2}{2}+\frac{h^3}{12}\right).

Pela cadeia, dV/dt=π(1+h/2)2 dh/dtdV/dt=\pi(1+h/2)^2\,dh/dt. Em h=2h=2, 4π=4π dh/dt4\pi=4\pi\,dh/dt, portanto dh/dt=1dh/dt=1 m/min. O sinal positivo indica subida.

Confere a tua resposta:

  • Escrevi o raio 1+h/2.
  • Relacionei dV/dt com dh/dt antes de substituir h=2.
  • Obtive 1 m/min com sinal positivo.

Erros frequentes

Num tronco de cone, o raio não é proporcional a h a partir de zero. Não uses a fórmula de um cone sem retirar o cone ausente.

Voltar à explicação
Uma indeterminação logarítmica

Calcula lim⁡x→0[ln⁡(1+x)−x]/x2\lim_{x\to0}[\ln(1+x)-x]/x^2 e justifica o método.

Pista

O domínio perto de zero contém os dois lados, pois x>−1x>-1.

Mais uma pista

A primeira aplicação de L’Hôpital dá [1/(1+x)−1]/(2x)[1/(1+x)-1]/(2x). Simplifica antes de aplicar outra vez.

Solução

Temos 0/00/0, funções deriváveis e denominador derivado 2x≠02x\ne0 na vizinhança perfurada. A razão das derivadas é

1/(1+x)−12x=−x2x(1+x)=−12(1+x).\begin{gathered} \frac{1/(1+x)-1}{2x}=\frac{-x}{2x(1+x)}\\ =-\frac1{2(1+x)}. \end{gathered}

O limite desta razão é −1/2-1/2, por isso o limite original também é −1/2-1/2.

Confere a tua resposta:

  • Confirmei 0/0 e o domínio.
  • Justifiquei a aplicação da regra.
  • Obtive menos um meio.

Erros frequentes

L’Hôpital deriva numerador e denominador separadamente. Depois de simplificar, não precisas de continuar a derivar.

Voltar à explicação
Esboço de uma função cúbica

Estuda a monotonia, os extremos locais e a concavidade de f(x)=x3−3xf(x)=x^3-3x. Indica os pontos de inflexão.

Pista

Fatora a primeira derivada e estuda a segunda.

Mais uma pista

f′=3(x−1)(x+1)f'=3(x-1)(x+1) e f′′=6xf''=6x.

Solução

O domínio é R\mathbb R. A derivada é positiva em ]−∞,−1[]-\infty,-1[ e ]1,+∞[]1,+\infty[, negativa em ]−1,1[]-1,1[. Há máximo local em (−1,2)(-1,2) e mínimo local em (1,−2)(1,-2).

A segunda derivada é negativa para x<0x<0 e positiva para x>0x>0. A concavidade muda na origem, que pertence ao gráfico, logo (0,0)(0,0) é ponto de inflexão. Como a função tende para −∞-\infty e +∞+\infty nas respetivas direções, não tem extremos absolutos em R\mathbb R.

Confere a tua resposta:

  • Registei os três intervalos de monotonia.
  • Calculei os valores dos extremos.
  • Justifiquei a inflexão pela mudança de concavidade.

Erros frequentes

O zero de uma derivada é um candidato. Classifica pelo sinal ou por um teste cujas hipóteses se verifiquem.

Voltar à explicação
Diagnosticar a segunda derivada de uma composição

Um aluno afirma que, se y(x)=f(u(x))y(x)=f(u(x)), então y′′=f′′(u)u′′y''=f''(u)u''. Assume que ff e uu são duas vezes deriváveis nos intervalos necessários. Deduz a fórmula correta e aplica-a a y(x)=ln⁡(1+x2)y(x)=\ln(1+x^2), usando f(u)=ln⁡(1+u)f(u)=\ln(1+u) e u(x)=x2u(x)=x^2. Determina a concavidade e os pontos de inflexão. A fórmula proposta pelo aluno daria a mesma classificação?

Pista

A primeira derivada é um produto. Ao derivar f′(u)f'(u), também aparece um fator u′u'.

Solução

De y′=f′(u)u′y'=f'(u)u', produto e cadeia dão

y′′=f′′(u)(u′)2+f′(u)u′′.y''=f''(u)(u')^2+f'(u)u''.

Aqui f′(u)=1/(1+u)f'(u)=1/(1+u), f′′(u)=−1/(1+u)2f''(u)=-1/(1+u)^2, u′=2xu'=2x e u′′=2u''=2. O argumento do logaritmo é positivo para todo o real. Substituindo,

y′′=−4x2(1+x2)2+21+x2.y''=-\frac{4x^2}{(1+x^2)^2}+\frac2{1+x^2}.

Com denominador comum,

y′′=2(1−x2)(1+x2)2.y''=\frac{2(1-x^2)}{(1+x^2)^2}.

O denominador é positivo. A concavidade é para cima em ]−1,1[]-1,1[ e para baixo em ]−∞,−1[]-\infty,-1[ e ]1,+∞[]1,+\infty[. Há mudança nos dois pontos do gráfico (−1,ln⁡2)(-1,\ln2) e (1,ln⁡2)(1,\ln2), que são inflexões.

A fórmula errada daria −2/(1+x2)2-2/(1+x^2)^2, sempre negativa. Nem sequer acerta em zero: a segunda derivada correta vale 22, e a proposta vale −2-2. O erro altera a geometria, não apenas um coeficiente.

Confere a tua resposta:

  • Derivei f′(u)u′ por produto e cadeia, obtendo duas parcelas.
  • Obtive 2(1−x²)/(1+x²)² para a segunda derivada.
  • Identifiquei a concavidade e confirmei as inflexões em x=−1 e x=1.
Voltar à explicação

À tua maneira

Aparência

Modo de cor
Tema
Cor de destaque

Leitura

Fonte de leitura

Álgebra, lógica e uma ideia de cada vez.

Código

Fonte do código

Navegação

Cursor de leitura, sem edição. h, j, k, l movem; / pesquisa nesta página. v seleciona caracteres; V seleciona linhas; y copia. Tab permite destacar ou comentar. Espaço ou Enter abre blocos recolhíveis. Nos cartões, h, j, k, l mudam o foco.

CSS personalizado

Ativa uma sugestão ou guarda o teu CSS. Só muda este navegador.

Usa --page, --text e --accent para acompanhar o tema.

Seletores e recuperação

.site-header, .prose, .course-card, [data-reading-history], [data-playground] e .page-actions.

Abre a aparência com a tecla vírgula ou no rodapé. Se o CSS esconder os controlos, abre esta página sem CSS personalizado.

Pesquisar

Escreve para pesquisar em todo o site.

para escolher · Enter para abrir · Esc para fechar

Copiar fórmula

A cópia automática não está disponível. Copia o LaTeX abaixo.

Pesquisar nesta página

Enter procura · n / N repetem · Esc cancela. Ctrl / Cmd K pesquisa todo o site.

Atalhos de teclado

Clica numa tecla para a mudar. Esc cancela. Backspace desativa.

PesquisarCtrl / Cmd K

Os atalhos não interferem enquanto escreves. Tab e Enter funcionam sempre.