Circuitos resistivos
Nós, malhas, fontes ideais, divisores, Thévenin, Norton e potência máxima.
Referências e Kirchhoff
- Modelo concentrado: despreza o atraso de propagação entre elementos.
- Fixa um nó de referência e . Na convenção passiva, a corrente entra no terminal positivo e é potência absorvida.
- Num nó ideal, . Num caminho fechado orientado, , sem fluxos variáveis externos omitidos pelo modelo.
- Uma corrente negativa indica sentido real oposto à referência; mantém os sinais nas equações.
- Uma fonte ideal de tensão fixa ; uma fonte ideal de corrente fixa . A rede determina a outra grandeza.
Associações e método dos nós
| Ligação | Condição | Resultado |
|---|---|---|
| Série | Mesma corrente, sem derivação intermédia | |
| Paralelo | Mesmos dois nós |
Num divisor, . Com carga , substitui por . Para dois ramos paralelos, .
Escreve as correntes a sair de cada nó desconhecido. No esquema com fonte de , ; a fonte fornece e cada ramo recebe . Ver método dos nós.
No método das malhas, válido apenas para redes planares, define sentidos no desenho. Um resistor comum vê quando as correntes o atravessam em sentidos opostos. Ver método das malhas.
Limites térmicos aplicam-se a cada resistor. Em série, ; em paralelo, . A potência nominal do conjunto não é, em geral, a soma das classificações. Ver limites de potência.
Thévenin, Norton e potência
Uma rede linear vista de dois terminais equivale a em série com , ou a em paralelo com a mesma resistência, com orientações coerentes.
- Calcula em aberto.
- Para obter , anula fontes independentes: tensão vira curto, corrente vira aberto. Mantém fontes dependentes e usa uma fonte de teste.
- Liga a carga e calcula .
A sobreposição vale para tensões e correntes, não diretamente para potências.
Para e carga resistiva, a potência máxima ocorre em :
Máxima potência não implica máxima eficiência. Os do equivalente não representam necessariamente a eficiência interna da rede original. Ver balanço de potência.