Triedro e plano osculador de uma héliceAutoavaliação
Teste 1, 2016/17
Considere o ponto Q=(3,3,−1) e a curva parametrizada por r(t)=(3+3tcost,3+3tsent,4t−1), t∈R. Determine no ponto Q: a) os versores da tangente e da binormal; b) a equação cartesiana do plano osculador; c) as componentes tangencial e normal do vetor aceleração.
Solução
T=(3/5,0,4/5), B=(−4/5,0,3/5), plano osculador 4x−3z−15=0, aT=0 e aN=6.
O ponto Q corresponde a t=0. Tem-se r′(t)=(3cost−3tsent,3sent+3tcost,4), logo r′(0)=(3,0,4) e ∣r′(0)∣=5, donde T=(3/5,0,4/5). Além disso, r′′(0)=(0,6,0) e r′(0)×r′′(0)=(−24,0,18), com norma 30, donde B=(−4/5,0,3/5). O plano osculador tem normal B e passa por Q: −4(x−3)+3(z+1)=0, ou seja, 4x−3z−15=0. A componente tangencial é aT=(r′⋅r′′)/∣r′∣=0 e a normal é aN=∣r′×r′′∣/∣r′∣=30/5=6.
Confere a tua resposta:
O versor da tangente em Q é (3/5,0,4/5) e o da binormal é (−4/5,0,3/5).
O plano osculador tem equação 4x−3z−15=0.
A componente tangencial da aceleração é 0 e a normal é 6.
Comprimento de arco e triedro de uma curvaAutoavaliação
Recurso do Teste 1, 2016/17
Considere o ponto P=(2,1,0) e a curva C parametrizada por r(t)=(2t,t2,lnt), t∈[1,e]. a) Mostre que ∣r′(t)∣=t1+2t2 e calcule o comprimento de C. b) Obtenha os versores da tangente, da binormal e da normal principal no ponto P. c) Determine a equação cartesiana do plano normal à curva em P.
Solução
Comprimento e2; em P=(2,1,0): T=(2/3,2/3,1/3), B=(−2/3,1/3,2/3), N=(−1/3,2/3,−2/3); plano normal 2x+2y+z−6=0.
Tem-se r′(t)=(2,2t,1/t), logo ∣r′(t)∣=4+4t2+1/t2=t1+2t2, pois (1+2t2)2/t2=1/t2+4+4t2. O comprimento é ∫1et1+2t2dt=[lnt+t2]1e=e2. O ponto P corresponde a t=1: r′(1)=(2,2,1), ∣r′(1)∣=3, donde T=(2/3,2/3,1/3). Como r′′(1)=(0,2,−1) e r′(1)×r′′(1)=(−4,2,4) (norma 6), obtém-se B=(−2/3,1/3,2/3). A normal principal é N=B×T=(−1/3,2/3,−2/3). O plano normal tem normal T e passa por P: 2(x−2)+2(y−1)+z=0, ou seja, 2x+2y+z−6=0.
Confere a tua resposta:
O comprimento da curva é e2.
Em P: T=(2/3,2/3,1/3), B=(−2/3,1/3,2/3) e N=(−1/3,2/3,−2/3).
O plano normal em P tem equação 2x+2y+z−6=0.
Versor da tangente e comprimento de arcoAutoavaliação
Teste 1, 2017/18
Considere o ponto T=(1/3,1,0) e a curva parametrizada por r(t)=(3t3,t2,1−t2), t≥0. a) Determine o versor da tangente num ponto genérico da curva e o seu valor no ponto T. b) Calcule o comprimento de arco entre T e Q=(9,9,−8).
Solução
T^(t)=t2+8(t,2,−2), T^(1)=3(1,2,−2) e comprimento L=31717−27.
Os pontos T e Q correspondem a t=1 e t=3. Tem-se r′(t)=(t2,2t,−2t) e ∣r′(t)∣=t4+8t2=tt2+8 (para t≥0), donde T^(t)=t2+8(t,2,−2). O comprimento é ∫13tt2+8dt=[3(t2+8)3/2]13=31717−27.
Confere a tua resposta:
O versor da tangente é (t,2,−2)/t2+8 e em T vale (1,2,−2)/3.
O comprimento de arco entre T e Q é (1717−27)/3.
Curva parametrizada pelo comprimento de arcoAutoavaliação
Teste 1, 2017/18
Seja uma curva descrita por r(s), parametrizada pelo comprimento de arco s, com ∣r(s)∣=k constante, k>0, para todo s∈[0,a]. Mostre que, para todo s∈[0,a], r(s)⋅r′(s)=0 e r(s)⋅r′′(s)=−1.
Solução
r(s)⋅r′(s)=0 e r(s)⋅r′′(s)=−1.
Como ∣r(s)∣2=r(s)⋅r(s)=k2 é constante, derivando obtém-se 2r(s)⋅r′(s)=0. Derivando esta identidade, r′(s)⋅r′(s)+r(s)⋅r′′(s)=0. Como a parametrização é pelo comprimento de arco, ∣r′(s)∣=1, logo r(s)⋅r′′(s)=−1.
Confere a tua resposta:
A justificação usa ∣r(s)∣2=k2 para obter r⋅r′=0.
A segunda identidade resulta de derivar r⋅r′=0 e usar ∣r′∣=1.
Derivadas direcionais e gradiente
Derivada direcional, reta normal e plano tangenteAutoavaliação
Teste 1, 2016/17
Considere a função escalar f(x,y,z)=sen(xy3)+ln(yz2). a) Calcule a derivada direcional de f no ponto P=(π/2,1,1) na direção do vetor v=(0,1,−1). b) Considere a superfície de nível S, f(x,y,z)=1. Escreva as equações cartesianas da reta normal a S em P e do plano tangente a S em P.
Solução
Dvf(P)=−22; reta normal: x=2π, 1y−1=2z−1; plano tangente: y+2z−3=0.
O gradiente é ∇f=(y3cos(xy3),3xy2cos(xy3)+1/y,2/z). Em P: xy3=π/2, cos(π/2)=0, logo ∇f(P)=(0,1,2). O versor na direção de v é u=(0,1,−1)/2, donde Duf(P)=(0,1,2)⋅u=−1/2=−2/2. Como f(P)=1, o ponto P pertence a S. A reta normal tem a direção do gradiente: (x,y,z)=(π/2,1+t,1+2t). O plano tangente é ∇f(P)⋅(x−π/2,y−1,z−1)=0, ou seja, (y−1)+2(z−1)=0, donde y+2z−3=0.
Confere a tua resposta:
A derivada direcional é −2/2.
A reta normal é x=π/2, y=1+t, z=1+2t (ou cartesiana x=π/2 e y−1=(z−1)/2).
O plano tangente é y+2z−3=0.
Ângulo entre a tangente a uma curva e o gradienteAutoavaliação
Recurso do Teste 1, 2016/17
Dada a função escalar f(x,y,z)=xcosy−ezseny e a curva C parametrizada por r(t)=(cos3t,sen2t,costsent), t∈[0,π/2], determine: a) o vetor v tangente a C no ponto R=(1,0,0); b) o ângulo que v faz com ∇f(R); c) a derivada direcional de f em R na direção da maior taxa de variação.
Solução
v=(0,0,1), ângulo π/2 e derivada direcional máxima 2.
O ponto R corresponde a t=0. Tem-se r′(t)=(−3cos2tsent,2sentcost,cos2t−sen2t), logo r′(0)=(0,0,1). O gradiente é ∇f=(cosy,−xseny−ezcosy,−ezseny), donde ∇f(R)=(1,−1,0). Como v⋅∇f(R)=0, o ângulo é π/2. A maior taxa de variação dá-se na direção do gradiente e vale ∣∇f(R)∣=12+(−1)2=2.
Confere a tua resposta:
O vetor tangente em R é v=(0,0,1).
O ângulo entre v e ∇f(R)=(1,−1,0) é π/2.
A derivada direcional máxima em R é 2.
Derivada direcional segundo a normal a uma superfícieAutoavaliação
Teste 1, 2017/18
Considere a função escalar f(x,y,z)=(x−y)3−z(1+y) e o ponto P=(1,2,−3). a) Calcule a derivada direcional de f em P na direção do vetor normal à superfície x2+3z2−xy−3y=−4 nesse ponto. b) Em que direção f tem a mínima razão de variação em P, e qual é o valor dessa razão mínima? c) Escreva a equação cartesiana do plano tangente à superfície de nível f(x,y,z)=8 em P.
Solução
Duf(P)=53; direção mínima (−1,0,1)/2 com valor −32; plano tangente x−z−4=0.
Seja g(x,y,z)=x2+z2/3−xy−3y+4. Tem-se \nabla g(P)=(2x-y,\,-x-3,\,2z/3)ig|_P=(0,-4,-2), donde o versor normal é u=(0,−2,−1)/5. O gradiente de f é ∇f=(3(x−y)2,−3(x−y)2−z,−(1+y)), donde ∇f(P)=(3,0,−3). Assim, Duf(P)=(3,0,−3)⋅u=3/5. A mínima razão de variação ocorre na direção oposta ao gradiente, −∇f/∣∇f∣=(−1,0,1)/2, com valor −∣∇f(P)∣=−32. Como f(P)=(−1)3−(−3)(3)=8, o plano tangente é 3(x−1)−3(z+3)=0, ou seja, x−z−4=0.
Confere a tua resposta:
A derivada direcional pedida é 3/5.
A direção de mínima variação é (−1,0,1)/2 e a razão mínima é −32.
O plano tangente é x−z−4=0.
Funções implícitas
Derivadas parciais de uma função implícitaAutoavaliação
Teste 1, 2016/17
Sabendo que a equação xy+yz+ez=2 define implicitamente z=z(x,y) na vizinhança do ponto R=(1,1,0), obtenha ∂x∂z, ∂y∂z e ∂x2∂2z em R.
Solução
∂x∂z(R)=−21, ∂y∂z(R)=−21 e ∂x2∂2z(R)=−81.
Com F(x,y,z)=xy+yz+ez−2, tem-se Fx=y, Fy=x+z e Fz=y+ez. Pelo teorema da função implícita, ∂z/∂x=−Fx/Fz=−y/(y+ez) e ∂z/∂y=−(x+z)/(y+ez). Em R: ambas valem −1/2. Derivando ∂z/∂x em ordem a x (com y constante): ∂2z/∂x2=(y+ez)2yez∂x∂z, que em R dá 41⋅1⋅(−21)=−81.
Confere a tua resposta:
Em R: ∂z/∂x=−1/2 e ∂z/∂y=−1/2.
Em R: ∂2z/∂x2=−1/8.
Derivadas de segunda ordem de função implícitaAutoavaliação
Recurso do Teste 1, 2016/17
Sabendo que a equação 2xz2+y+z=2 define implicitamente z=z(x,y) na vizinhança do ponto Q=(1,2,0), obtenha ∂x∂z, ∂y∂z e ∂y2∂2z em Q.
Solução
∂x∂z(Q)=0, ∂y∂z(Q)=−1 e ∂y2∂2z(Q)=−4.
Com F(x,y,z)=2xz2+y+z−2, tem-se Fx=2z2, Fy=1 e Fz=4xz+1. Em Q: Fz=1, logo ∂z/∂x=−2z2/(4xz+1)=0 e ∂z/∂y=−1/(4xz+1)=−1. Derivando ∂z/∂y=−(4xz+1)−1 em ordem a y: ∂2z/∂y2=(4xz+1)24x∂y∂z, que em Q dá 4⋅1⋅(−1)=−4.
Confere a tua resposta:
Em Q: ∂z/∂x=0 e ∂z/∂y=−1.
Em Q: ∂2z/∂y2=−4.
Extremos
Pontos estacionários de uma função de duas variáveisAutoavaliação
Teste 1, 2016/17
Determine e classifique os pontos estacionários da função f(x,y)=8y3+2xy−3y2+x2.
Solução
(0,0) é sela e (−1/3,1/3) é mínimo local com valor −4/27.
As condições fx=2x+2y=0 e fy=24y2+2x−6y=0 dão x=−y e 24y2−8y=8y(3y−1)=0, donde (0,0) e (−1/3,1/3). A matriz hessiana tem fxx=2, fxy=2 e fyy=48y−6, com determinante 96y−16. Em (0,0) o determinante é −16<0, logo é sela. Em (−1/3,1/3) é 16>0 e fxx=2>0, logo é mínimo local; o valor é f(−1/3,1/3)=8/27−2/9−1/3+1/9=−4/27.
Confere a tua resposta:
Os pontos estacionários são (0,0) e (−1/3,1/3).
(0,0) é ponto de sela e (−1/3,1/3) é mínimo local, com f(−1/3,1/3)=−4/27.
Classificação de pontos estacionáriosAutoavaliação
Recurso do Teste 1, 2016/17
Determine e classifique os pontos estacionários da função f(x,y)=x3+y3+3xy+2.
Solução
(0,0) é sela e (−1,−1) é máximo local com valor 3.
De fx=3x2+3y=0 e fy=3y2+3x=0 resulta x2=−y e y2=−x, donde x4=−x, ou seja, x(x3+1)=0: x=0 ou x=−1, obtendo-se (0,0) e (−1,−1). A hessiana tem fxx=6x, fxy=3, fyy=6y e determinante 36xy−9. Em (0,0) o determinante é −9<0 (sela). Em (−1,−1) é 27>0 e fxx=−6<0, logo máximo local, com f(−1,−1)=−1−1+3+2=3.
Confere a tua resposta:
Os pontos estacionários são (0,0) e (−1,−1).
(0,0) é ponto de sela e (−1,−1) é máximo local, com f(−1,−1)=3.
Estacionários de uma quártica simétricaAutoavaliação
Teste 1, 2017/18
Determine e classifique os pontos estacionários da função f(x,y)=x4+y4−xy+3.
Solução
(0,0) é sela; (±1/2,±1/2) são mínimos locais com valor 23/8.
De fx=4x3−y=0 e fy=4y3−x=0 resulta y=4x3 e x=256x9, ou seja, x(256x8−1)=0: x=0 ou x=±1/2, obtendo-se (0,0), (1/2,1/2) e (−1/2,−1/2). A hessiana tem determinante 144x2y2−1 e fxx=12x2. Em (0,0) o determinante é −1<0 (sela). Nos outros dois, o determinante é 8>0 e fxx=3>0, logo são mínimos locais, com f=1/16+1/16−1/4+3=23/8.
Confere a tua resposta:
Os pontos estacionários são (0,0), (1/2,1/2) e (−1/2,−1/2).
(0,0) é sela; (1/2,1/2) e (−1/2,−1/2) são mínimos locais, com valor 23/8.
Integrais duplos
Integral duplo sobre região entre parábolasAutoavaliação
Teste 1, 2016/17
Considere o integral duplo ∫−11∫x24−x2(1−x)dydx. a) Esboce o domínio de integração. b) Calcule o valor do integral. c) Reescreva-o trocando a ordem de integração.
O domínio é a região entre y=x2 e y=4−x2, com x∈[−1,1]; as parábolas só se intersectam em x=±2, fora do intervalo. O integral vale ∫−11(1−x)(4−2x2)dx. Como 4x−2x3 é ímpar, anula-se no intervalo simétrico, obtendo-se ∫−11(4−2x2)dx=20/3. Trocando a ordem: para 0≤y≤3 a fronteira inferior é y=x2, donde x=±y; para 3≤y≤4 a fronteira superior é y=4−x2, donde x=±4−y.
Confere a tua resposta:
O valor do integral é 20/3.
Na ordem trocada, o domínio decompõe-se em 0≤y≤3, −y≤x≤y, e 3≤y≤4, −4−y≤x≤4−y.
Integral duplo entre reta e parábolaAutoavaliação
Teste 1, 2017/18
Considere o integral duplo ∫04∫−x4x−x2dydx. a) Calcule o valor do integral. b) Esboce o domínio de integração. c) Reescreva-o trocando a ordem de integração, definindo analiticamente o respetivo domínio.
O domínio é limitado por baixo pela reta y=−x e por cima pela parábola y=4x−x2; as curvas intersectam-se em x=0 e x=5, e no intervalo [0,4] a parábola está acima da reta. O integral vale ∫04(4x−x2+x)dx=∫04(5x−x2)dx=40−64/3=56/3. Invertendo a ordem, resolve-se y=4x−x2 em ordem a x: x=2±4−y. Para −4≤y≤0 a fronteira direita é a reta x=−y; para 0≤y≤4 as duas fronteiras são os dois ramos da parábola.
Confere a tua resposta:
O valor do integral é 56/3.
Na ordem trocada: −4≤y≤0 com 2−4−y≤x≤−y, e 0≤y≤4 com 2−4−y≤x≤2+4−y.
Regra da cadeia
Regra da cadeia em coordenadas polaresAutoavaliação
Teste 1, 2016/17
As equações u=f(x,y), x=rcost e y=rsent definem u como função de r e t, u=F(r,t). Usando a regra da cadeia, obtenha: a) ∂t∂F em função de ∂x∂f e ∂y∂f; b) ∂t2∂2F.
Solução
∂t∂F=−rsentfx+rcostfy e ∂t2∂2F=r2sen2tfxx−2r2sentcostfxy+r2cos2tfyy−rcostfx−rsentfy.
Pela regra da cadeia, ∂t∂F=fx∂t∂x+fy∂t∂y=−rsentfx+rcostfy. Derivando outra vez em ordem a t e aplicando a cadeia a fx e fy (cujas derivadas em t são −rsentfxx+rcostfxy e −rsentfyx+rcostfyy), obtém-se a expressão indicada, com os termos das derivadas dos coeficientes −rcostfx e −rsentfy.
Derivada da norma de uma função vetorialAutoavaliação
Recurso do Teste 1, 2016/17
Seja f(t), t∈I, uma função vetorial tal que f(t)=0. Mostre que: a) dtd∣f(t)∣=∣f(t)∣f(t)⋅f′(t); b) dtd(∣f(t)∣f(t))=∣f(t)∣f′(t)−∣f(t)∣3f(t)(f(t)⋅f′(t)).
Solução
dtd∣f∣=∣f∣f⋅f′ e dtd∣f∣f=∣f∣f′−∣f∣3f(f⋅f′).
Como ∣f(t)∣2=f(t)⋅f(t), derivando obtém-se 2∣f∣dtd∣f∣=2f⋅f′, donde a primeira identidade. Para a segunda, deriva-se o quociente: dtd∣f∣f=∣f∣2f′∣f∣−fdtd∣f∣, e substituindo dtd∣f∣=∣f∣f⋅f′ obtém-se ∣f∣f′−∣f∣3f(f⋅f′).
Confere a tua resposta:
A primeira identidade resulta de derivar ∣f∣2=f⋅f.
A segunda resulta da regra do quociente aplicada a f/∣f∣, usando a primeira identidade.
Análise Matemática II
Exercícios MT1
Curvas paramétricas
Triedro e plano osculador de uma hélice
Teste 1, 2016/17
Considere o ponto Q=(3,3,−1) e a curva parametrizada por r(t)=(3+3tcost,3+3tsent,4t−1), t∈R. Determine no ponto Q: a) os versores da tangente e da binormal; b) a equação cartesiana do plano osculador; c) as componentes tangencial e normal do vetor aceleração.
Comprimento de arco e triedro de uma curva
Recurso do Teste 1, 2016/17
Considere o ponto P=(2,1,0) e a curva C parametrizada por r(t)=(2t,t2,lnt), t∈[1,e]. a) Mostre que ∣r′(t)∣=t1+2t2 e calcule o comprimento de C. b) Obtenha os versores da tangente, da binormal e da normal principal no ponto P. c) Determine a equação cartesiana do plano normal à curva em P.
Versor da tangente e comprimento de arco
Teste 1, 2017/18
Considere o ponto T=(1/3,1,0) e a curva parametrizada por r(t)=(3t3,t2,1−t2), t≥0. a) Determine o versor da tangente num ponto genérico da curva e o seu valor no ponto T. b) Calcule o comprimento de arco entre T e Q=(9,9,−8).
Curva parametrizada pelo comprimento de arco
Teste 1, 2017/18
Seja uma curva descrita por r(s), parametrizada pelo comprimento de arco s, com ∣r(s)∣=k constante, k>0, para todo s∈[0,a]. Mostre que, para todo s∈[0,a], r(s)⋅r′(s)=0 e r(s)⋅r′′(s)=−1.
Derivadas direcionais e gradiente
Derivada direcional, reta normal e plano tangente
Teste 1, 2016/17
Considere a função escalar f(x,y,z)=sen(xy3)+ln(yz2). a) Calcule a derivada direcional de f no ponto P=(π/2,1,1) na direção do vetor v=(0,1,−1). b) Considere a superfície de nível S, f(x,y,z)=1. Escreva as equações cartesianas da reta normal a S em P e do plano tangente a S em P.
Ângulo entre a tangente a uma curva e o gradiente
Recurso do Teste 1, 2016/17
Dada a função escalar f(x,y,z)=xcosy−ezseny e a curva C parametrizada por r(t)=(cos3t,sen2t,costsent), t∈[0,π/2], determine: a) o vetor v tangente a C no ponto R=(1,0,0); b) o ângulo que v faz com ∇f(R); c) a derivada direcional de f em R na direção da maior taxa de variação.
Derivada direcional segundo a normal a uma superfície
Teste 1, 2017/18
Considere a função escalar f(x,y,z)=(x−y)3−z(1+y) e o ponto P=(1,2,−3). a) Calcule a derivada direcional de f em P na direção do vetor normal à superfície x2+3z2−xy−3y=−4 nesse ponto. b) Em que direção f tem a mínima razão de variação em P, e qual é o valor dessa razão mínima? c) Escreva a equação cartesiana do plano tangente à superfície de nível f(x,y,z)=8 em P.
Funções implícitas
Derivadas parciais de uma função implícita
Teste 1, 2016/17
Sabendo que a equação xy+yz+ez=2 define implicitamente z=z(x,y) na vizinhança do ponto R=(1,1,0), obtenha ∂x∂z, ∂y∂z e ∂x2∂2z em R.
Derivadas de segunda ordem de função implícita
Recurso do Teste 1, 2016/17
Sabendo que a equação 2xz2+y+z=2 define implicitamente z=z(x,y) na vizinhança do ponto Q=(1,2,0), obtenha ∂x∂z, ∂y∂z e ∂y2∂2z em Q.
Extremos
Pontos estacionários de uma função de duas variáveis
Teste 1, 2016/17
Determine e classifique os pontos estacionários da função f(x,y)=8y3+2xy−3y2+x2.
Classificação de pontos estacionários
Recurso do Teste 1, 2016/17
Determine e classifique os pontos estacionários da função f(x,y)=x3+y3+3xy+2.
Estacionários de uma quártica simétrica
Teste 1, 2017/18
Determine e classifique os pontos estacionários da função f(x,y)=x4+y4−xy+3.
Integrais duplos
Integral duplo sobre região entre parábolas
Teste 1, 2016/17
Considere o integral duplo ∫−11∫x24−x2(1−x)dydx. a) Esboce o domínio de integração. b) Calcule o valor do integral. c) Reescreva-o trocando a ordem de integração.
Integral duplo entre reta e parábola
Teste 1, 2017/18
Considere o integral duplo ∫04∫−x4x−x2dydx. a) Calcule o valor do integral. b) Esboce o domínio de integração. c) Reescreva-o trocando a ordem de integração, definindo analiticamente o respetivo domínio.
Regra da cadeia
Regra da cadeia em coordenadas polares
Teste 1, 2016/17
As equações u=f(x,y), x=rcost e y=rsent definem u como função de r e t, u=F(r,t). Usando a regra da cadeia, obtenha: a) ∂t∂F em função de ∂x∂f e ∂y∂f; b) ∂t2∂2F.
Derivada da norma de uma função vetorial
Recurso do Teste 1, 2016/17
Seja f(t), t∈I, uma função vetorial tal que f(t)=0. Mostre que: a) dtd∣f(t)∣=∣f(t)∣f(t)⋅f′(t); b) dtd(∣f(t)∣f(t))=∣f(t)∣f′(t)−∣f(t)∣3f(t)(f(t)⋅f′(t)).
Soluções
Triedro e plano osculador de uma hélice
T=(3/5,0,4/5), B=(−4/5,0,3/5), plano osculador 4x−3z−15=0, aT=0 e aN=6.
O ponto Q corresponde a t=0. Tem-se r′(t)=(3cost−3tsent,3sent+3tcost,4), logo r′(0)=(3,0,4) e ∣r′(0)∣=5, donde T=(3/5,0,4/5). Além disso, r′′(0)=(0,6,0) e r′(0)×r′′(0)=(−24,0,18), com norma 30, donde B=(−4/5,0,3/5). O plano osculador tem normal B e passa por Q: −4(x−3)+3(z+1)=0, ou seja, 4x−3z−15=0. A componente tangencial é aT=(r′⋅r′′)/∣r′∣=0 e a normal é aN=∣r′×r′′∣/∣r′∣=30/5=6.
Confere a tua resposta:
O versor da tangente em Q é (3/5,0,4/5) e o da binormal é (−4/5,0,3/5).
O plano osculador tem equação 4x−3z−15=0.
A componente tangencial da aceleração é 0 e a normal é 6.
Comprimento de arco e triedro de uma curva
Comprimento e2; em P=(2,1,0): T=(2/3,2/3,1/3), B=(−2/3,1/3,2/3), N=(−1/3,2/3,−2/3); plano normal 2x+2y+z−6=0.
Tem-se r′(t)=(2,2t,1/t), logo ∣r′(t)∣=4+4t2+1/t2=t1+2t2, pois (1+2t2)2/t2=1/t2+4+4t2. O comprimento é ∫1et1+2t2dt=[lnt+t2]1e=e2. O ponto P corresponde a t=1: r′(1)=(2,2,1), ∣r′(1)∣=3, donde T=(2/3,2/3,1/3). Como r′′(1)=(0,2,−1) e r′(1)×r′′(1)=(−4,2,4) (norma 6), obtém-se B=(−2/3,1/3,2/3). A normal principal é N=B×T=(−1/3,2/3,−2/3). O plano normal tem normal T e passa por P: 2(x−2)+2(y−1)+z=0, ou seja, 2x+2y+z−6=0.
Confere a tua resposta:
O comprimento da curva é e2.
Em P: T=(2/3,2/3,1/3), B=(−2/3,1/3,2/3) e N=(−1/3,2/3,−2/3).
O plano normal em P tem equação 2x+2y+z−6=0.
Versor da tangente e comprimento de arco
T^(t)=t2+8(t,2,−2), T^(1)=3(1,2,−2) e comprimento L=31717−27.
Os pontos T e Q correspondem a t=1 e t=3. Tem-se r′(t)=(t2,2t,−2t) e ∣r′(t)∣=t4+8t2=tt2+8 (para t≥0), donde T^(t)=t2+8(t,2,−2). O comprimento é ∫13tt2+8dt=[3(t2+8)3/2]13=31717−27.
Confere a tua resposta:
O versor da tangente é (t,2,−2)/t2+8 e em T vale (1,2,−2)/3.
O comprimento de arco entre T e Q é (1717−27)/3.
Curva parametrizada pelo comprimento de arco
r(s)⋅r′(s)=0 e r(s)⋅r′′(s)=−1.
Como ∣r(s)∣2=r(s)⋅r(s)=k2 é constante, derivando obtém-se 2r(s)⋅r′(s)=0. Derivando esta identidade, r′(s)⋅r′(s)+r(s)⋅r′′(s)=0. Como a parametrização é pelo comprimento de arco, ∣r′(s)∣=1, logo r(s)⋅r′′(s)=−1.
Confere a tua resposta:
A justificação usa ∣r(s)∣2=k2 para obter r⋅r′=0.
A segunda identidade resulta de derivar r⋅r′=0 e usar ∣r′∣=1.
Derivada direcional, reta normal e plano tangente
Dvf(P)=−22; reta normal: x=2π, 1y−1=2z−1; plano tangente: y+2z−3=0.
O gradiente é ∇f=(y3cos(xy3),3xy2cos(xy3)+1/y,2/z). Em P: xy3=π/2, cos(π/2)=0, logo ∇f(P)=(0,1,2). O versor na direção de v é u=(0,1,−1)/2, donde Duf(P)=(0,1,2)⋅u=−1/2=−2/2. Como f(P)=1, o ponto P pertence a S. A reta normal tem a direção do gradiente: (x,y,z)=(π/2,1+t,1+2t). O plano tangente é ∇f(P)⋅(x−π/2,y−1,z−1)=0, ou seja, (y−1)+2(z−1)=0, donde y+2z−3=0.
Confere a tua resposta:
A derivada direcional é −2/2.
A reta normal é x=π/2, y=1+t, z=1+2t (ou cartesiana x=π/2 e y−1=(z−1)/2).
O plano tangente é y+2z−3=0.
Ângulo entre a tangente a uma curva e o gradiente
v=(0,0,1), ângulo π/2 e derivada direcional máxima 2.
O ponto R corresponde a t=0. Tem-se r′(t)=(−3cos2tsent,2sentcost,cos2t−sen2t), logo r′(0)=(0,0,1). O gradiente é ∇f=(cosy,−xseny−ezcosy,−ezseny), donde ∇f(R)=(1,−1,0). Como v⋅∇f(R)=0, o ângulo é π/2. A maior taxa de variação dá-se na direção do gradiente e vale ∣∇f(R)∣=12+(−1)2=2.
Confere a tua resposta:
O vetor tangente em R é v=(0,0,1).
O ângulo entre v e ∇f(R)=(1,−1,0) é π/2.
A derivada direcional máxima em R é 2.
Derivada direcional segundo a normal a uma superfície
Duf(P)=53; direção mínima (−1,0,1)/2 com valor −32; plano tangente x−z−4=0.
Seja g(x,y,z)=x2+z2/3−xy−3y+4. Tem-se \nabla g(P)=(2x-y,\,-x-3,\,2z/3)ig|_P=(0,-4,-2), donde o versor normal é u=(0,−2,−1)/5. O gradiente de f é ∇f=(3(x−y)2,−3(x−y)2−z,−(1+y)), donde ∇f(P)=(3,0,−3). Assim, Duf(P)=(3,0,−3)⋅u=3/5. A mínima razão de variação ocorre na direção oposta ao gradiente, −∇f/∣∇f∣=(−1,0,1)/2, com valor −∣∇f(P)∣=−32. Como f(P)=(−1)3−(−3)(3)=8, o plano tangente é 3(x−1)−3(z+3)=0, ou seja, x−z−4=0.
Confere a tua resposta:
A derivada direcional pedida é 3/5.
A direção de mínima variação é (−1,0,1)/2 e a razão mínima é −32.
O plano tangente é x−z−4=0.
Derivadas parciais de uma função implícita
∂x∂z(R)=−21, ∂y∂z(R)=−21 e ∂x2∂2z(R)=−81.
Com F(x,y,z)=xy+yz+ez−2, tem-se Fx=y, Fy=x+z e Fz=y+ez. Pelo teorema da função implícita, ∂z/∂x=−Fx/Fz=−y/(y+ez) e ∂z/∂y=−(x+z)/(y+ez). Em R: ambas valem −1/2. Derivando ∂z/∂x em ordem a x (com y constante): ∂2z/∂x2=(y+ez)2yez∂x∂z, que em R dá 41⋅1⋅(−21)=−81.
Confere a tua resposta:
Em R: ∂z/∂x=−1/2 e ∂z/∂y=−1/2.
Em R: ∂2z/∂x2=−1/8.
Derivadas de segunda ordem de função implícita
∂x∂z(Q)=0, ∂y∂z(Q)=−1 e ∂y2∂2z(Q)=−4.
Com F(x,y,z)=2xz2+y+z−2, tem-se Fx=2z2, Fy=1 e Fz=4xz+1. Em Q: Fz=1, logo ∂z/∂x=−2z2/(4xz+1)=0 e ∂z/∂y=−1/(4xz+1)=−1. Derivando ∂z/∂y=−(4xz+1)−1 em ordem a y: ∂2z/∂y2=(4xz+1)24x∂y∂z, que em Q dá 4⋅1⋅(−1)=−4.
Confere a tua resposta:
Em Q: ∂z/∂x=0 e ∂z/∂y=−1.
Em Q: ∂2z/∂y2=−4.
Pontos estacionários de uma função de duas variáveis
(0,0) é sela e (−1/3,1/3) é mínimo local com valor −4/27.
As condições fx=2x+2y=0 e fy=24y2+2x−6y=0 dão x=−y e 24y2−8y=8y(3y−1)=0, donde (0,0) e (−1/3,1/3). A matriz hessiana tem fxx=2, fxy=2 e fyy=48y−6, com determinante 96y−16. Em (0,0) o determinante é −16<0, logo é sela. Em (−1/3,1/3) é 16>0 e fxx=2>0, logo é mínimo local; o valor é f(−1/3,1/3)=8/27−2/9−1/3+1/9=−4/27.
Confere a tua resposta:
Os pontos estacionários são (0,0) e (−1/3,1/3).
(0,0) é ponto de sela e (−1/3,1/3) é mínimo local, com f(−1/3,1/3)=−4/27.
Classificação de pontos estacionários
(0,0) é sela e (−1,−1) é máximo local com valor 3.
De fx=3x2+3y=0 e fy=3y2+3x=0 resulta x2=−y e y2=−x, donde x4=−x, ou seja, x(x3+1)=0: x=0 ou x=−1, obtendo-se (0,0) e (−1,−1). A hessiana tem fxx=6x, fxy=3, fyy=6y e determinante 36xy−9. Em (0,0) o determinante é −9<0 (sela). Em (−1,−1) é 27>0 e fxx=−6<0, logo máximo local, com f(−1,−1)=−1−1+3+2=3.
Confere a tua resposta:
Os pontos estacionários são (0,0) e (−1,−1).
(0,0) é ponto de sela e (−1,−1) é máximo local, com f(−1,−1)=3.
Estacionários de uma quártica simétrica
(0,0) é sela; (±1/2,±1/2) são mínimos locais com valor 23/8.
De fx=4x3−y=0 e fy=4y3−x=0 resulta y=4x3 e x=256x9, ou seja, x(256x8−1)=0: x=0 ou x=±1/2, obtendo-se (0,0), (1/2,1/2) e (−1/2,−1/2). A hessiana tem determinante 144x2y2−1 e fxx=12x2. Em (0,0) o determinante é −1<0 (sela). Nos outros dois, o determinante é 8>0 e fxx=3>0, logo são mínimos locais, com f=1/16+1/16−1/4+3=23/8.
Confere a tua resposta:
Os pontos estacionários são (0,0), (1/2,1/2) e (−1/2,−1/2).
(0,0) é sela; (1/2,1/2) e (−1/2,−1/2) são mínimos locais, com valor 23/8.
O domínio é a região entre y=x2 e y=4−x2, com x∈[−1,1]; as parábolas só se intersectam em x=±2, fora do intervalo. O integral vale ∫−11(1−x)(4−2x2)dx. Como 4x−2x3 é ímpar, anula-se no intervalo simétrico, obtendo-se ∫−11(4−2x2)dx=20/3. Trocando a ordem: para 0≤y≤3 a fronteira inferior é y=x2, donde x=±y; para 3≤y≤4 a fronteira superior é y=4−x2, donde x=±4−y.
Confere a tua resposta:
O valor do integral é 20/3.
Na ordem trocada, o domínio decompõe-se em 0≤y≤3, −y≤x≤y, e 3≤y≤4, −4−y≤x≤4−y.
O domínio é limitado por baixo pela reta y=−x e por cima pela parábola y=4x−x2; as curvas intersectam-se em x=0 e x=5, e no intervalo [0,4] a parábola está acima da reta. O integral vale ∫04(4x−x2+x)dx=∫04(5x−x2)dx=40−64/3=56/3. Invertendo a ordem, resolve-se y=4x−x2 em ordem a x: x=2±4−y. Para −4≤y≤0 a fronteira direita é a reta x=−y; para 0≤y≤4 as duas fronteiras são os dois ramos da parábola.
Confere a tua resposta:
O valor do integral é 56/3.
Na ordem trocada: −4≤y≤0 com 2−4−y≤x≤−y, e 0≤y≤4 com 2−4−y≤x≤2+4−y.
Regra da cadeia em coordenadas polares
∂t∂F=−rsentfx+rcostfy e ∂t2∂2F=r2sen2tfxx−2r2sentcostfxy+r2cos2tfyy−rcostfx−rsentfy.
Pela regra da cadeia, ∂t∂F=fx∂t∂x+fy∂t∂y=−rsentfx+rcostfy. Derivando outra vez em ordem a t e aplicando a cadeia a fx e fy (cujas derivadas em t são −rsentfxx+rcostfxy e −rsentfyx+rcostfyy), obtém-se a expressão indicada, com os termos das derivadas dos coeficientes −rcostfx e −rsentfy.
Como ∣f(t)∣2=f(t)⋅f(t), derivando obtém-se 2∣f∣dtd∣f∣=2f⋅f′, donde a primeira identidade. Para a segunda, deriva-se o quociente: dtd∣f∣f=∣f∣2f′∣f∣−fdtd∣f∣, e substituindo dtd∣f∣=∣f∣f⋅f′ obtém-se ∣f∣f′−∣f∣3f(f⋅f′).
Confere a tua resposta:
A primeira identidade resulta de derivar ∣f∣2=f⋅f.
A segunda resulta da regra do quociente aplicada a f/∣f∣, usando a primeira identidade.