∭V1dV mede volume. Projeta o sólido, integra primeiro entre as superfícies de cada coluna e só usa nos limites variáveis já exteriores. Quando a secção muda ou um buraco parte uma faixa, divide o sólido.
No tetraedro x,y,z≥0, x+y+z≤1:
V=∫01∫01−x∫01−x−y1dzdydx=61.
Cilíndricas
Para cilindros, x2+y2 e distâncias ao eixo z:
x=rcosθ,y=rsinθ,z=z,dV=rdzdrdθ,r≥0.
Entre z=x2+y2 e z=4, a interseção dá r=2 e o volume é 8π.
Em cartesianas: x2+y2≤4, x2+y2≤z≤4. Ao converter um integral já escrito, separa o jacobiano: r3sin2θ+rz2=r(y2+z2), por isso integra y2+z2, sem conservar o fator r.
Esféricas
Para distâncias à origem e cones com vértice na origem. Aqui θ é o ângulo no plano xy e φ mede-se a partir de z positivo:
∭V1dV mede volume. Projeta o sólido, integra primeiro entre as superfícies de cada coluna e só usa nos limites variáveis já exteriores. Quando a secção muda ou um buraco parte uma faixa, divide o sólido.
No tetraedro x,y,z≥0, x+y+z≤1:
V=∫01∫01−x∫01−x−y1dzdydx=61.
Cilíndricas
Para cilindros, x2+y2 e distâncias ao eixo z:
x=rcosθ,y=rsinθ,z=z,dV=rdzdrdθ,r≥0.
Entre z=x2+y2 e z=4, a interseção dá r=2 e o volume é 8π.
Em cartesianas: x2+y2≤4, x2+y2≤z≤4. Ao converter um integral já escrito, separa o jacobiano: r3sin2θ+rz2=r(y2+z2), por isso integra y2+z2, sem conservar o fator r.
Esféricas
Para distâncias à origem e cones com vértice na origem. Aqui θ é o ângulo no plano xy e φ mede-se a partir de z positivo: