Interação Pessoa Computador
Preparar a teoria de IPC, desde as necessidades dos utilizadores à avaliação das interfaces.
Reservar uma sala de uma biblioteca pública envolve combinar horários, encontrar capacidade suficiente e reconhecer a confirmação. Este caso acompanha a investigação, o desenho e a avaliação das páginas seguintes. Outros casos, como a máquina de bilhetes, permitem distinguir dificuldades de execução e de compreensão.
O que deves conseguir explicar
Perante uma interface, identifica a pessoa, o objetivo e o contexto. Explica a dificuldade com um conceito preciso, propõe uma alteração e escolhe um método que permita verificar se a alteração ajudou. Aprende a distinguir observações, interpretações e hipóteses: “não encontrou o botão” é uma observação; “a etiqueta não corresponde à tarefa” é uma explicação a investigar.
- Fundamentos, UI, UX, usabilidade e ciclo de ação.
- Investigação de utilizadores, métodos, perguntas, recrutamento e síntese.
- Design centrado no utilizador, necessidades, requisitos, personas e cenários.
- Prototipagem, escolher o que representar e o que testar.
- Perceção e cognição, atenção, memória e modelos preditivos para decidir e criticar o protótipo.
- Princípios de usabilidade, heurísticas e padrões aplicados na inspeção da avaliação.
- Acessibilidade e multimodalidade, barreiras e alternativas de interação.
- Avaliação, inspeções e testes de tarefas.
- Estudos de utilizadores e análise, desenho experimental, estatística e SUS.
- Ajuda e documentação, apoiar aprendizagem e resolução de problemas.
Avaliação em 2026/27
Segundo a ficha oficial, a nota final é . O projeto exige pelo menos 10/20, e cada mini-teste exige pelo menos 8/20. A nota do projeto é , com três fases e relatório final. A frequência e a participação na defesa também são obrigatórias nos termos da ficha.
Estas páginas focam a compreensão da teoria e a resolução de casos. Não substituem o trabalho de projeto, os materiais das aulas nem as indicações sobre a matéria de cada mini-teste.
A apresentação de 2026/27 no Moodle também descreve uma alternativa com microtarefas teóricas em lugar do segundo teste. Como essa alternativa não está explicitada na fórmula da ficha, confirma no Moodle as condições e a componente que se aplica ao teu caso.
Como praticar
Refaz os casos sem olhar para a análise. Nos exercícios, justifica a relação entre problema, conceito, alteração e evidência. Nas contas, indica unidades e hipóteses. Uma pontuação correta sem interpretação não demonstra que escolheste a medida adequada.
Usa a cheat sheet para rever conceitos já estudados, e confirma no Moodle o âmbito e o formato dos mini-testes.
Fontes e âmbito
A base são as aulas 1 a 3, as duas primeiras aulas TP e o enunciado do projeto disponibilizados no Moodle de 2026/27, incluindo o guião de entrevista e o modelo de Journey Map. A aula 4 e a terceira aula TP constam do índice do Moodle, mas os ficheiros estão numa pasta sem permissão de leitura, por isso não foram lidos nesta ronda. O guião e o modelo não identificam ano de autoria; a sua disponibilização atual não os torna documentos escritos em 2026/27. As capas identificam esse ano; algumas aulas declaram adaptação de slides de 2025. A ficha oficial de 2026/27 inclui também perceção, cognição, prototipagem, avaliação, multimodalidade e acessibilidade. As explicações desses temas usam as referências complementares abaixo; os materiais atuais disponíveis ainda não permitem confirmar toda a matéria dos mini-testes.
O arquivo histórico do Accio inclui aulas teóricas e TP com capas de 2021, além de uma lista de questões contribuída por uma estudante, sem ano identificado. Esse material ajuda a desenvolver ideação, modelos preditivos e análise da avaliação, mas não confirma o formato atual dos mini-testes. Não foram encontradas provas de IPC neste conjunto. O enunciado atual do projeto distingue comparação com a funcionalidade original num redesenho e comparação de duas alternativas para uma função nova.
As notas de Fábio Araújo de Sá de 2022/23 e o resumo SofiaViP, sem ano identificado, são apoio histórico. Não confirmam regras de avaliação atuais. Os dados da biblioteca são fictícios. A prática de cenários adapta o objetivo do exercício docente sobre deslocação a uma consulta; o guião de entrevista inspira a progressão das perguntas, com atribuição nos metadados das páginas.
A bibliografia obrigatória da ficha é Introdução ao Design de Interfaces, de Manuel J. Fonseca, Pedro Campos e Daniel Gonçalves, 2012. Para aprofundar:
- Dix e outros, Human-Computer Interaction, 3.ª edição, conceitos e métodos de interação.
- W3C, WCAG 2.2, critérios e condições de acessibilidade.
- Brooke, publicação original do SUS, estrutura e cálculo da escala.
- NIST, e-Handbook of Statistical Methods, hipóteses dos testes e interpretação estatística.
Heurísticas para analisar casos
As dez heurísticas de usabilidade de Jakob Nielsen ajudam a analisar uma interface e a justificar problemas concretos. Aplica-as às tarefas dos utilizadores, identificando o erro, a consequência e a correção proposta.