Segurança de redes
Escuta, falsificação, TLS, firewalls/IDS, malware e contas de negação de serviço.
Posição do atacante e TLS
- Atacante no caminho observa ou altera tráfego desprotegido; atacante remoto só envia os seus pedidos. Declara que mensagens controla.
| Caso | Defesa e limite |
|---|---|
| ARP falso | Controlos locais e canal autenticado. |
| DNS adulterado | DNSSEC valida onde aplicável; não cifra nem garante honestidade do serviço. |
| TCP manipulado | Validações do protocolo e transporte autenticado; IP não prova identidade. |
| HTTP sem TLS | TLS validado protege entre os seus extremos. |
TLS autentica o handshake, estabelece chaves e protege registos. Handshake TCP não autentica. HTTPS protege caminho HTTP, mas pode expor IP, tamanhos, tempos e nome do servidor.
No HTTPS habitual, só o servidor apresenta certificado; dados ficam protegidos nos dois sentidos. Login e autorização são decisões da aplicação. Handshake estabelece parâmetros; Record protege dados. SSH exige validar a chave do servidor.
TLS 1.3 com 0-RTT usa chave pré-partilhada sem frescura da nova sessão e pode ser repetido. Só pedidos com perfil explícito de segurança sob repetição, por decisão do servidor. Ausência de escrita não basta.
IPsec atua no nível IP; transporte protege carga, túnel protege pacote original. Não elimina spoofing noutros pontos nem decide autorizações. Ordem habitual: IP, TCP, TLS e HTTP.
Firewall, IDS e taxa base
Regra indica direção, origem, destino, protocolo, porta e estado. Ordem e omissão importam:
- Aceita saída TCP para 443, nova ou estabelecida.
- Aceita entrada só de conexão estabelecida.
- Nega o resto.
SYN inicial externo nega-se; ACK sem estado conhecido nega-se. Permitir HTTPS não impede ataques em pedidos válidos. Sem estado usa campos; com estado acompanha conexões; proxy aplica regras da aplicação. IDS deteta; IPS pode bloquear.
Com ataques, legítimos, sensibilidade e falsos positivos : , , precisão . Exemplo: 10 ataques em 10 000 eventos com e dá cerca de 8,3%. Valores esperados, não contagens observadas.
Malware e DoS
- Vírus propaga-se por hospedeiro; worm propaga-se sozinho. Troia disfarça e esconde ações; ransomware bloqueia e extorque. Bot é nó controlado; botnet coordena nós. Categorias não exclusivas.
- Inatividade em sandbox não prova inocuidade. Combina origem, análise estática, execução isolada e telemetria. Corrige via de entrada; restauro pode exigir isolamento e troca de credenciais.
DoS esgota disponibilidade; DDoS usa origens distribuídas. SYN flood ocupa estado de conexões incompletas; SYN cookies reduzem estado, sem resolver todos os limites. Reflexão usa IP falsificado; amplificação é resposta sobre pedido. Exemplo: 60 bytes para 3 000 dá . Identifica o recurso esgotado; filtrar tarde ou bloquear IP partilhado tem limites.