Documentar e demonstrar um projeto
Visão, relatório de desenvolvimento, evidência, pitch e demonstração com um cenário concreto.
Visão, âmbito e documentação
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Visão: utilizadores, problema e valor pretendido. Exemplo: estudantes encontram e reservam uma sala sem deslocações para confirmar horários.
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Âmbito e roadmap: capacidades atuais e futuras, com hipóteses críticas e forma de as validar. Equipamento futuro não é capacidade já entregue.
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Elevator pitch: explicação breve que permite à audiência repetir o problema e a proposta. Nome e slogan não chegam.
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O relatório deve ligar visão, requisitos e aceitação, modelos, arquitetura e razões das decisões, construção/testes, gestão e aprendizagem. Documenta a solução concreta, mantendo modelos coerentes com código.
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As instruções de execução identificam versões, configuração, build, testes e dados de exemplo, sem credenciais ou dados pessoais. A evidência de release identifica versão, histórias concluídas e resultados dos testes, evitando confundir capturas antigas com o estado atual.
Protótipo vertical
Um protótipo vertical atravessa partes da solução para estudar uma capacidade de ponta a ponta: ecrã, serviço, armazenamento e resposta. Uma única sala com integração real pode resolver essa dúvida melhor do que todos os ecrãs com dados fictícios.
- Escolhe pela incerteza: interação exige tarefas com utilizadores; integração exige componentes relevantes reais; concorrência exige pedidos simultâneos. Uma criação isolada de reserva não demonstra proteção contra corrida.
Pitch e demonstração
Apresenta utilizador e problema concreto, proposta, alternativas, diferença observável, resultados e próximo objetivo. Adapta o detalhe à audiência; uma afirmação «mais rápido» precisa de comparação definida.
Para demonstrar comportamento, prepara versão, estado inicial, dados e resultados esperados:
- Mostra uma sala livre e confirma uma reserva.
- Consulta novamente e mostra o intervalo indisponível.
- Tenta uma reserva sobreposta e mostra recusa, conferindo dados.
- Cancela e confirma que o intervalo ficou livre.
Explica partes simuladas e funcionalidades ausentes. Um desenho de notificação não prova envio. Um registo preparado da mesma versão pode apoiar a apresentação perante falha externa, mas deve ser identificado como gravação.
Reflexão e IA
Liga uma observação a uma mudança verificável: integração tardia revelou incompatibilidade de datas; no Sprint seguinte, integração diária de alterações pequenas. Uma declaração genérica de satisfação não explica aprendizagem.
Para explicar uma ferramenta, liga finalidade, valor observado, dificuldade de adoção e resposta. Ter instalado controlo de versões não demonstra integração correta; usa um resultado concreto do projeto.
Ao usar IA, identifica sugestões, decisões da equipa e verificações. Compilar não demonstra correção; a equipa continua responsável pela solução.