v=dr/dt, a=dv/dt. Rapidez v=∣v∣≥0; em 1D usa vx com sinal.
Aceleração constante: vx=v0+at, x=x0+v0t+at2/2, vx2=v02+2aΔx. A última perde o sentido; escolhe o sinal da raiz.
Se a depende de vx ou x: separa com limites desde a condição inicial; verifica soluções excluídas pela divisão. Para ax(vx)=0 no trecho, Δx=∫vx/ax(vx)dvx.
Curvatura (v=0): at=v⋅a/v, an=∣a∣2−at2, ρ=v2/an se an>0.
Roda de raio R: v=R∣ω∣, an=Rω2; uniforme com ∣ω∣=2π/T=2πf. Rα usa o sentido angular positivo; at=dv/dt usa o sentido da velocidade.
Projétil sem ar: x=x0+v0cosθt, y=y0+v0sinθt−gt2/2. No topo, vy=0 com vx intacto. Alcance v02sin2θ/g só para chegada à altura de partida.
Normal perpendicular ao contacto, das equações; contacto simples exige N≥0.
Atrito: ∣fs∣≤μsN (igualdade só no limiar); ∣fk∣≈μkN contra o deslizamento relativo. Estático em repouso vale o necessário, não o máximo.
Rampa sem outras forças perpendiculares: N=mgcosθ; repouso se tanθ≤μs; a descer, a=g(sinθ−μkcosθ); a subir, o atrito soma-se ao peso.
Circular: ∑Fpara o centro=mv2/R, positivo para o centro. Sem força centrípeta extra no diagrama inercial. Fundo de calote após descer r sem atrito: N=3mg.
Referencial em translação com aref: junta Fineˊrcia=−maref.
W=∫F⋅dr; constante: W=Fdcosϕ. Em 1D, área com sinal sob Fx(x).
Sem trabalho: força perpendicular ao deslocamento do ponto de aplicação. Normal em pista fixa, tensão de fio com suporte fixo. Com suporte móvel (elevador), a normal faz trabalho.
K=mv2/2; Wtotal=ΔK. A velocidade constante dá o atrito sem a normal: fk iguala a componente motora.
Conservativa: Wcons=−ΔU; Fx=−U′(x). Ug=mgy, Ue=kx2/2, U=−GMm/r (zero no infinito).
Δ(K+U)=Wna˜o cons. Mecânica constante só com esse trabalho nulo. Força não conservativa presente pode não fazer trabalho (atrito estático no rolamento ideal).
Equilíbrio U′=0: mínimo estrito estável, máximo estrito instável; U′′=0 não decide. Acessível exige E≥U; E=U com força não nula é inversão.
P=F⋅v; entrada =Puˊtil/η.
Volta interior, ponto deslizante sem atrito, partida do repouso: vtopo2=gR e hmin=5R/2.
Envolvente e−γt; meia amplitude em ln2/γ. Energia média ∼e−2γt (fraco). τ=1/(2γ), Q=ω0/(2γ); confirma se um tempo é da amplitude ou da energia. ωa das transparências é aqui ωd.
Picos do mesmo sinal: δ=ln(An/An+1)=γTd.
Forçada F0cosΩt: resposta permanente a Ω com A=(F0/m)/(ω02−Ω2)2+(2γΩ)2. Em Ω=ω0: atraso π/2, A=F0/(bω0).
Análise de medições: amplitudes desde a base, vários ciclos, logaritmos de razões adimensionais. Período na posição dos picos, amortecimento na envolvente. Para g fixo, Δℓ/ℓ≈2ΔT/T no pêndulo simples.
Física I
Cheat sheet
Usa SI. Fixa sistema, referencial, eixos e condições iniciais antes de substituir números. Os exemplos usam g=9,81m/s2.
v=dr/dt, a=dv/dt. Rapidez v=∣v∣≥0; em 1D usa vx com sinal.
Aceleração constante: vx=v0+at, x=x0+v0t+at2/2, vx2=v02+2aΔx. A última perde o sentido; escolhe o sinal da raiz.
Se a depende de vx ou x: separa com limites desde a condição inicial; verifica soluções excluídas pela divisão. Para ax(vx)=0 no trecho, Δx=∫vx/ax(vx)dvx.
Curvatura (v=0): at=v⋅a/v, an=∣a∣2−at2, ρ=v2/an se an>0.
Roda de raio R: v=R∣ω∣, an=Rω2; uniforme com ∣ω∣=2π/T=2πf. Rα usa o sentido angular positivo; at=dv/dt usa o sentido da velocidade.
Projétil sem ar: x=x0+v0cosθt, y=y0+v0sinθt−gt2/2. No topo, vy=0 com vx intacto. Alcance v02sin2θ/g só para chegada à altura de partida.
Normal perpendicular ao contacto, das equações; contacto simples exige N≥0.
Atrito: ∣fs∣≤μsN (igualdade só no limiar); ∣fk∣≈μkN contra o deslizamento relativo. Estático em repouso vale o necessário, não o máximo.
Rampa sem outras forças perpendiculares: N=mgcosθ; repouso se tanθ≤μs; a descer, a=g(sinθ−μkcosθ); a subir, o atrito soma-se ao peso.
Circular: ∑Fpara o centro=mv2/R, positivo para o centro. Sem força centrípeta extra no diagrama inercial. Fundo de calote após descer r sem atrito: N=3mg.
Referencial em translação com aref: junta Fineˊrcia=−maref.
W=∫F⋅dr; constante: W=Fdcosϕ. Em 1D, área com sinal sob Fx(x).
Sem trabalho: força perpendicular ao deslocamento do ponto de aplicação. Normal em pista fixa, tensão de fio com suporte fixo. Com suporte móvel (elevador), a normal faz trabalho.
K=mv2/2; Wtotal=ΔK. A velocidade constante dá o atrito sem a normal: fk iguala a componente motora.
Conservativa: Wcons=−ΔU; Fx=−U′(x). Ug=mgy, Ue=kx2/2, U=−GMm/r (zero no infinito).
Δ(K+U)=Wna˜o cons. Mecânica constante só com esse trabalho nulo. Força não conservativa presente pode não fazer trabalho (atrito estático no rolamento ideal).
Equilíbrio U′=0: mínimo estrito estável, máximo estrito instável; U′′=0 não decide. Acessível exige E≥U; E=U com força não nula é inversão.
P=F⋅v; entrada =Puˊtil/η.
Volta interior, ponto deslizante sem atrito, partida do repouso: vtopo2=gR e hmin=5R/2.
Envolvente e−γt; meia amplitude em ln2/γ. Energia média ∼e−2γt (fraco). τ=1/(2γ), Q=ω0/(2γ); confirma se um tempo é da amplitude ou da energia. ωa das transparências é aqui ωd.
Picos do mesmo sinal: δ=ln(An/An+1)=γTd.
Forçada F0cosΩt: resposta permanente a Ω com A=(F0/m)/(ω02−Ω2)2+(2γΩ)2. Em Ω=ω0: atraso π/2, A=F0/(bω0).
Análise de medições: amplitudes desde a base, vários ciclos, logaritmos de razões adimensionais. Período na posição dos picos, amortecimento na envolvente. Para g fixo, Δℓ/ℓ≈2ΔT/T no pêndulo simples.