Protótipo e validação
Integrar uma tarefa, verificar casos difíceis e medir se a solução ajuda os utilizadores.
Pergunta e ensaio
- Um protótipo investiga uma dúvida. Um desenho clicável testa compreensão; a implementação integrada testa persistência e regras.
- A forma deve permitir observar a propriedade procurada: ambos os estados para distinguir proposta de confirmação; execução da regra para o caso concorrente.
- Verificação compara a solução com a especificação. Validação compara-a com a necessidade dos utilizadores no contexto.
- Para verificar: períodos livres, sobrepostos, adjacentes e inválidos, mais duas tentativas concorrentes para a mesma ferramenta. No máximo uma confirmação incompatível fica guardada.
- Para validar: observa voluntários a executar a tarefa sem conduzir cada passo. “Gostaste?” complementa; não prova autonomia.
Resultado e limites
- Define sucesso antes de medir: reserva válida, sem ajuda, em até dois minutos. Terminar depressa com reserva inválida não conta.
- Sete sucessos em dez dão 70%. Face a 60%, são 10 pontos percentuais, ou cerca de 16,7% de melhoria relativa. Não confundas as grandezas.
- Conserva tarefas, condições e critérios na comparação. Os mesmos participantes sempre na mesma ordem podem melhorar por aprendizagem.
- Uma amostra pequena e os testes executados não provam resultados universais. Revê a solução perante erros, repete o ensaio relevante e regista os limites.
- Dados fictícios ajudam a repetir testes e demonstrar; não representam observações no terreno.